Revista de Ciência Elementar

Árvore Genealógica

Autor: Catarina Moreira

Editor: José Feijó

As árvores genealógicas são esquemas onde se representam as várias gerações de uma dada família, através de uma simbologia própria. Podem ser utilizadas no estudo de várias espécies, e comummente são usadas na interpretação dos padrões de herança de determinados genes.

No caso do Homem, as árvores são utilizadas para auxiliar na compreensão da origem de um dado fenótipo ou anomalia genética, e sua transmissão ao longo das várias gerações. A análise de uma árvore genealógica permite determinar a recessividade ou dominância de determinado alelo e ainda a sua natureza autossómica ou ligada ao sexo.

Embora a simbologia possa variar, alguns símbolos são mais gerais e normalmente universalmente aceites, facilitando a interpretação dos esquemas por pessoas diferentes.

Figura 1 Simbologia utilizada na elaboração das árvores genealógicas.

A melhor forma de compreender a mecânica de funcionamento de uma árvore genealógica é através de exemplos. A leitura das árvores segue algumas regras básicas:

  1. A geração em posição superior é sempre a primeira;
  2. Os indivíduos são numerados da esquerda para a direita: o primeiro descendente de um determinado cruzamento é sempre o mais à esquerda.

Transmissão de um alelo autossómico dominante

Figura 2 Hereditariedade autossómica dominante.

Transmissão de um alelo autossómico recessivo

Figura 3 Hereditariedade autossómica recessiva.

Transmissão de um alelo dominante ligado ao cromossoma X

Figura 4 Hereditariedade de um alelo dominante ligado ao cromossoma X.

Transmissão de um alelo recessivo ligado ao cromossoma X

Figura 5 Hereditariedade de um alelo recessivo ligado ao cromossoma X.

Transmissão de um alelo recessivo ou dominante ligado ao cromossoma Y

Figura 6 Hereditariedade de um alelo ligado ao cromossoma Y.

Recursos educativos relacionados disponíveis na Casa das Ciências

  1. Heredrogramas, de Paula Sequeira.